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Na esteira da polêmica pela continuidade do Windows XP, várias ações surgiram na Internet. Uma delas foi uma petição para convencer a Microsoft a não retirar o XP.

 

Mas nenhuma é tão irônica quanto este “review” falso postado por um blogueiro americano. Nele, o autor compara os Windows Vista e XP. Mas o texto é escrito como se o XP fosse o sucessor do Vista!

 

Há trechos hilários, como a comparação entre as duas interfaces: “as janelas de diálogo do Vista demoram tanto a sumir que fazem parte da tela. No XP, esse bug parece fazer parte do passado.”

 

No que se refere a performance, “eu não preciso mais esperar um minuto para logar no XP. No Vista, isso acontecia freqüentemente”, explica o autor do post.

 

“Copiar arquivos, cancelar tarefas e até mesmo deletar arquivos são exemplos de tarefas executadas com mais rapidez no novo Windows XP. Travamentos comuns no Vista desapareceram no XP”, acrescenta o blogueiro americano.

 

Outra vantagem no “upgrade do Vista para o XP” é a compatibilidade para os drivers de periféricos e programas. “O XP tem uma compatibilidade espantosa”, afirma o autor.

 

Por fim, a conclusão irônica: “A Microsoft realmente se esmerou em consertar as deficiências do Vista ao criar o XP. Fazer o upgrade para o XP compensa o dinheiro investido. Bom trabalho, Microsoft”.

 

Será que o Steve Balmer, entendeu o recado?

Um mouse para ajudar a limpar a mesa onde está o seu computador. Essa é a idéia por trás do Vacuum Cleaner Computer Mouse, da Thanko (foto).

 

O vácuo usado para a limpeza é ativado com o apertar de um botão. A sujeira fica armazenada num compartimento até ser removida pelo usuário.

 

Para conectar ao computador o mouse usa interface USB 1.1 ou 2.0 – vai dpender da configuração do seu micro. Além dos botões tradicionais, o mouse conta com uma “rodinha” para realizar a rolagem da tela.

 

Por enquanto o poduto será lançado apenas no mercado japonês. O preço sugerido é de US$ 19,00 (R$ 31,90).

No dia 3 de maio de 1978, a primeira mensagem comercial indesejada surgiu na Arpanet – rede das Forças Armadas dos EUA e embrião daquilo que hoje é a Internet.

 

A mensagem foi escrita dois dias antes e enviada para 393 felizardos na rede do Departamento de Defesa norte-americano. Depois disso, o fenômeno se espalhou para a Usenet e para os links nas páginas da Web.

 

O termo spam é uma referência à um quadro dos humoristas ingleses do Monthy Pyton, onde todas as refeições vinham com carne enlatada (spam, em inglês) sem que o prato tivesse sido pedido pelo freguês.

 

Em 2004, Bill Gates disse que o spam seria erradicado em dois anos e apresentou um plano da Microsoft para resolver o problema. O esquema incluia um sistema de perguntas para autenticar a mensagem. Até a idéia de um “selo de correio” digital foi aventada para impedir o recebimento de spams.

 

Mas, da mesma forma que os sistemas de defesa evoluiram, os métodos de spam também ganharam sofisticação. Hoje, o alvo das mesnagens indesejadas e dos criadores de vírus são os celulares e outros dispositivos móveis.

 

Cerca de 80% dos usuários de celular mundo afora já receberam mensagens indesejadas e de todas as mensagens de email, 95% são spam. A tática não seria viável caso não houvesse resposta à essas mensagens. Mas elas existem: 11% dos usuários já comprou algum produto conhecido por meio de spam.

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